sexta-feira, setembro 30, 2011

Alberto João




Até agora temos aturado o folclore madeirense da má educação desse colérico chamado Alberto João. As chantagens quando queria mais uns milhões, os arrobos nos comícios, desditos no dia seguinte. Agora são 6,3 mil milhões de euros de "buraco" só à conta da "pérola" do Atlântico. E somos nós que vamos pagar, claro.
O fulano vai ser reeleito, já se percebeu. Provavelmente vai continuar a gastar porque para ele não há consequências. Não há perda de mandato (para quê?), não vai preso e não tem de repôr o dinheiro que desbarata. Uma multa de 25.000 euros? Isso até parece brincadeira de mau gosto. Qualquer dos apaniguados que encheram à custa das obras faraónicas estará disposto a avançar com o "cacau" pró senhor presidente.
Que me chame cubano não é coisa que me aborreça. A poncha em excesso tem desses efeitos...
O que me tira do sério é os cortes sucessivos que nós continentais estamos a sofrer (e vão aumentar) para em parte suprir as "diabruras" do A. J..
Vamos fazer um referendo e... dar-lhes a independência! BASTA, JÁ!

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domingo, julho 29, 2007

Outra vez o Sr. Alberto

O Senhor da Madeira voltou a fazer das dele. Desta feita acha que o facto de na sua região ter ganho o Não no Referendo sobre a I.V.G. (Interrupção Voluntária da Gravidez), vulgo "aborto", o autoriza a vedar às grávidas da sua ilha a hipótese de recorrerem aos hospitais para realizar o dito aborto nas condições fixadas na lei. Alega falta de verbas para o efeito. Assim sendo as ditas mulheres teriam de se meter num avião e vir ao "Contenente" dos "cubanos" para realizarem o aborto.
Soube-se entretanto que o dispêndio com a IVG na Madeira é uma fracção (1/4 ?) do subsídio concedido ao rally da Madeira. O Presidente da República interveio a pedir que o assunto seja tratado como qualquer outro de saúde pública. Acho bem. Não sei se desta feita o Sr. Alberto lhe chamará bêbado como fez quando ele era 1º Ministro...
Já estamos habituados às diabruras do Sr. Alberto (e o problema se calhar também é esse) mas a Região Autónoma tem de aplicar as leis da República que por definição são universais e qualquer aluno do 1º ano de Direito sabe o que isso significa.

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